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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
ENTREVISTA: CEL. USTRA E GEN. VALMIR AZEVEDO - PROGRAMA 'E AÍ?' (TV GÊNESIS)
ENTREVISTA: CEL. USTRA E GEN. VALMIR AZEVEDO - PROGRAMA 'E AÍ?' (TV GÊNESIS)
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO - RUBÉOLA
domingo, 24 de agosto de 2008
O que está por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”?
12 de agosto de 2008
De 9 de agosto a 12 de setembro de 2008, toda a população de homens e mulheres na faixa etária dos 12 aos 39 anos no Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte será obrigada a ser vacinada. Será a maior vacinação na história do mundo. Qual o motivo de uma vacinação tão grande contra uma doença que não é mortal nem representa risco para a vasta maioria da população do Brasil?
UNICEF, aborto, controle populacional e vacinas
A campanha “Brasil Livre da Rubéola” conta com o apoio do UNICEF, agência da ONU que tem sido acusada de fazer parte de uma agenda mundial de controle de população. Não é novidade o envolvimento da ONU e do UNICEF em iniciativas para reduzir a população mundial por meio do aborto, o controle da natalidade e até mesmo medidas de introduzir agentes esterilizantes em vacinas em massa.http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html
Entretanto, embora quase 100% da população brasileira esteja livre de sofrer quaisquer danos da rubéola, 100% da população têm um sistema reprodutivo. Essa é uma grande preocupação para os militantes pró-aborto. Em campanhas de vacinação semelhante em outros países, que as realizaram em nome de uma suposta preocupação com uma doença sem risco significativo, testes indicaram agentes esterilizantes nas vacinas. Como no caso atual da campanha “Brasil Livre da Rubéola”, o alvo eram pessoas em idade reprodutiva. Como no caso do Brasil, o UNICEF estava por trás de todas as campanhas de vacinação que envolviam vacinas contaminadas com agentes esterilizantes.
Na campanha de vacinação em massa contra a rubéola na Argentina em 2006, foi confirmada a presença de agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.diario7.com.ar/nota_completa.php?id=1536] O UNICEF estava por trás da campanha.
Em 2004, numa campanha estatal de vacinação em massa contra a pólio na Nigéria, um cientista constatou agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html] A campanha contou com o apoio do UNICEF.
Durante os anos, o UNICEF tem deixado claro que, por trás de sua suposta preocupação com as crianças, o interesse maior é o aborto e outros meios de redução da população. Nessa questão, o UNICEF é bem parecido com Temporão.
Para entender o que realmente quer o UNICEF, considere:
Em 1987, o UNICEF oficialmente apoiou “serviços de aborto de boa qualidade” na Conferência Internacional de Melhores Políticas de Saúde para as Mulheres e Crianças em Nairóbi, Quênia.
Em 1993, o UNICEF aumentou — de 2 para 5 milhões de dólares — sua contribuição para o UNFPA, órgão da ONU que vem apoiando a política da China comunista de forçar esterilização e abortos em mulheres com mais de um filho.
Em 1995, o Supremo Tribunal Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF, envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas.
Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html
Os exemplos da Nigéria, Filipinas e Argentina mostram que vacinas contaminadas com agentes esterilizantes podem fazer parte de “inocentes” campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. Essas vacinas são administradas sem que os vacinados tenham consciência do que lhes foi injetado. Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional.
Programando o corpo humano para combater a reprodução
Desde a década de 1970, experimentos de controle da natalidade têm sido conduzidos em países do Terceiro Mundo. Esses experimentos eram realizados por ricos grupos de controle populacional com a finalidade de se desenvolver substâncias esterilizantes que pudessem atuar conjuntamente com a fórmula das vacinas existentes. As experiências iniciais, com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU, foram com vacinas contra o tétano e difteria. (Proc. Nati. Acad. Sci. USA Vol. 91, pp. 8532-8536, agosto de 1994)
O propósito declarado dos agentes anti-fertilidade é induzir esterilidade temporária fazendo com que o sistema imunológico da mãe se volte contra a gravidez. Não se sabe exatamente quantos tipos de métodos esterilizantes foram desenvolvidos por grupos de controle populacional, mas anos atrás a OMS ajudou a produzir um agente que neutraliza o hormônio humano da gravidez hCG (gonadotropina coriônica humana), um hormônio que o óvulo fertilizado produz no corpo da mulher logo após a concepção. O agente, que geralmente é atrelado às vacinas contra doenças (como tétano, difteria, rubéola, etc.), faz com que o sistema imunológico confunda o hormônio natural da gravidez como se fosse um germe de infecção. Daí, o corpo da mulher não reconhece o sinal da natureza que é hora de se preparar para a gravidez. O resultado é que o óvulo fertilizado acaba sendo rejeitado pelo corpo da mulher, ocorrendo assim um micro-aborto bem no início da gravidez.
A função dos agentes esterilizantes em vacinas contra doenças é fazer com que o sistema imunológico humano reaja contra a reprodução ou o início de uma gravidez do jeito que reage a uma infecção: combatendo e rejeitando.
Por sua interferência no funcionamento do delicado e complexo sistema imunológico e reprodutivo, os agentes anti-fertilidade nunca são inofensivos. Pode haver muitos riscos potenciais: indução de doenças no sistema imunológico e alergias, agravamento de doenças infecciosas, etc.
Há agentes anti-fertilidade nas vacinas da campanha “Brasil Livre da Rubéola”? É difícil responder, até porque quem criou esses agentes teve a clara má intenção de usá-los da forma mais indetectável e imperceptível possível. Mas o que não é segredo são os sentimentos de Temporão e UNICEF com relação à vida dos bebês em gestação.
Assim, o que temos hoje no Brasil é o presidente de um partido pró-aborto, com um ministro da saúde pró-aborto juntamente com um UNICEF pró-aborto promovendo a inocente campanha “Brasil Livre da Rubéola” ou a “Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola”.
Tudo pelo bem-estar dos bebês em gestação?
O suposto objetivo da campanha é a erradicação da rubéola e proteger bebês em gestação de contágio possível de suas mães. Quer maior motivo de riso (ou de tristeza) do que um ministro de saúde pró-aborto dizer que quer o bem-estar de bebês em gestação?
Se Temporão tivesse uma preocupação genuína com os bebês em gestação no Brasil, ele sem dúvida lançaria uma campanha para erradicar do Brasil todas as clínicas clandestinas de aborto — sem mencionar, é claro, os próprios serviços do SUS que realizam abortamentos médicos. Além disso, ele também repreenderia Lula pelo apoio, no Brasil e na ONU, que seu governo tem dado ao aborto.
Pesquisa após pesquisa indica que, muito longe de apoiar a ideologia de implantação do aborto no Brasil, a população brasileira é pró-vida. Talvez a propaganda da campanha de vacinação de José Temporão esteja apenas espelhando esse popular sentimento pró-vida brasileiro.
Entretanto, há apenas um problema. Embora a campanha de vacinação seja apresentada como medida para proteger bebês em gestação — razão suficiente para atrair todo o apoio da população que é majoritariamente pró-vida —, Temporão em nada mudou seus sentimentos para com esses bebês. Ele ainda quer a legalização do aborto no Brasil.
Então, o que está por trás de sua suposta preocupação com o risco de alguns poucos bebês pegarem rubéola? Embora o Brasil tenha uma população enorme de quase 200 milhões de habitantes, em 2007 foram registrados apenas 17 casos de defeitos congênitos em todo o Brasil provocados pela rubéola. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_rubeola140708.pdf
Esse número é muito inferior ao número de casos registrados na Inglaterra, que tem uma população muito menor do que a do Brasil. Em comparação com o Brasil, que tem 17 casos por ano, a Inglaterra tem 43.
http://www.patient.co.uk/showdoc/40024887/
Além disso, os casos de rubéola — que não representam perigo de saúde pública — caíram de 30 mil em 1997 para 326 em 2005. http://www.cives.ufrj.br/informacao/rubeola/rubeola-iv.html
Onde estão as campanhas estatais para erradicar o aborto?
Considere agora que se o número de 17 bebês atingidos por rubéola é justificativa suficiente para obrigar um número elevadíssimo da população a se vacinar, então os milhares de abortos por ano não deveriam ser usados como motivo suficiente para se proibir toda propaganda e projeto pró-aborto no Brasil?
Será que as intenções de Temporão são obscuras? Aborto, segundo a ideologia dos engenheiros sociais, é uma medida social para reduzir a população mundial. Daí, o interesse de Temporão na legalização do aborto tem — debaixo de todo o confete de “preocupação com questões de saúde pública” — a marca registrada e óbvia de interesses internacionais que querem reduzir a população brasileira. Para essa finalidade, vale qualquer justificativa, por mais fictícia que seja.
Parece loucura. Um ministro pró-aborto em nome do bem-estar de alguns poucos bebês em gestação forçando uma vacinação em massa, enquanto em nome de um direito ao aborto ele quer sacrificar centenas de milhares de bebês ao aborto. Faz sentido?
Mistérios, mistérios e mais mistérios
O que está então por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”? Há boas intenções na “Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola”?
A iniciativa estatal tem a meta de vacinar 70 milhões de brasileiros e abrangerá os estados do Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, além de toda população indígena que vive
Embora seja perda de tempo esperar que o Ministro da Saúde decida aparecer em público para revelar suas reais intenções, é possível obter pistas importantes através da imprensa secular, geralmente atrelada aos interesses do Estado. Vejamos então o que a imprensa está dizendo:
Eliminação da rubéola
“A campanha faz parte de uma ação preventiva para evitar a disseminação da doença. A ação está dentro do compromisso firmado pelos países das Américas durante a 44ª reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de eliminar até
“Além da meta de eliminação até 2.010 e dos surtos ocorridos no País, outros motivos que levaram à decisão do Ministério da Saúde pela Campanha são: a gravidade da rubéola em gestantes, com a possibilidade de abortos e natimortos e de seqüelas irreversíveis”. — Portal Novidade
“A campanha nacional, promovida pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo erradicar a rubéola até 2010 e terá início no dia 9 de agosto, estendendo-se até 12 de setembro. Em Mogi, serão vacinadas 127.719 pessoas. — Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes
“A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas de ambos os sexos durante cinco semanas. Essa é a maior campanha de imunização
já realizada no mundo.” — Capital News
“No Brasil, serão aproximadamente 70 milhões. Trata-se da maior campanha de imunização já realizada no mundo”. — Portal Novidade
“O Ministério da Saúde (MS) está preparando uma campanha inédita e de grande dimensão que começa no dia 9 de agosto. A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas de ambos os sexos durante cinco semanas. Essa é a maior campanha de imunização já realizada no mundo”. — Diário da Serra
Embora a vacinação seja obrigatória, para efeito de propaganda e para não deixar a população assustada, a campanha, segundo o Portal Novidade, terá “um enfoque da vacinação da família”. Será então uma campanha supostamente para o bem-estar das famílias e dos bebês
Em que lugares a campanha governamental forçará os cidadãos à vacinação?
“Estão sendo planejadas estratégias como vacinação em trânsito e em lugares de alta concentração de pessoas; na população institucionalizada; pós-parto e pós-aborto; entre outras”. — Portal Novidade
Quem será obrigado a tomar as vacinas?
“A vacina deve ser tomada por todas as pessoas de
“Todos os cidadãos nestas idades, independente de terem tomado doses anteriormente ou de terem tido ou não a doença, devem tomar a dose.” — Portal Novidade
“É importante ressaltar a importância da vacinação em massa das pessoas entre 12 e 39 anos, mesmo que já tenham sido vacinados anteriormente, tanto na fase adulta quanto na infância”. — Só Notícias
A rubéola é tão mortal e perigosa assim para justificar a vacinação compulsória de 70 milhões de brasileiros?
“A rubéola em si não é considerada perigosa para os adultos”. — Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes
“[A rubéola] não apresenta grandes riscos para o indivíduo, sendo a grande preocupação com as mulheres em idade fértil (até os 49 anos) que não tiveram a doença ou que nunca tomaram nenhuma dose da vacina e que devem ser vacinadas antes de engravidar. Nas mulheres não-imunizadas a aplicação é feita até os 49 anos e, nos homens, até 39 anos de idade na rotina”. — O Estadão Matogrossense
Dúvidas:
Se o objetivo da campanha é realmente eliminar a rubéola, então por que vacinar quem já foi vacinado? Por que obrigar a vacinação de quem já teve a doença? É fato mais que comprovado que a pessoa que já teve rubéola nunca mais a terá. Mesmo assim, o governo insiste em forçar a vacinação de todos, mesmo dos que já tiveram rubéola no passado.
Mais dúvidas:
Apesar de a rubéola não representar sério risco de saúde para a população, o governo Lula, com seu ministro pró-aborto da saúde, está investindo milhões de nosso bolso para pagar às poderosas empresas farmacêuticas, que muito lucram com campanhas de vacinação. Como explicar o Brasil ter a maior vacinação do mundo (e também provavelmente a vacinação mais cara do mundo) para combater uma doença que não é séria, enquanto pacientes morrem diariamente nos hospitais públicos por falta de medicamentos e equipamentos adequados? Pacientes morrem até por falta de vaga em UTI, porque não há recursos.
http://www.camacarifatosefotos.com.br/cff_fatos.php?cod_fato=8172
Questionamento:
A população alvo da vacinação são mulheres de
Se 100% da população fosse atingida por uma doença séria e fatal, talvez fosse justificável uma vacinação
Controlando através de mentiras
Quando um Estado controlador precisa levar a população a aceitar suas imposições, a propaganda usual é que é para o bem dos cidadãos. As piores intenções são acobertadas pelas máscaras mais atraentes e agradáveis. É nesse sentido que, para “salvar” as mulheres que morrem em clínicas clandestinas de aborto, os cidadãos são convencidos de que a legalização do aborto é benéfica para todos.
É nesse sentido que, para dar auto-estima a quem fez a opção homossexual, o governo usa o dinheiro do povo para realizar nos hospitais públicos caras cirurgias de troca de sexo, enquanto cirurgias menos caras para salvar vidas perdem na prioridade, por causa de interesses politicamente corretos. Nos hospitais públicos, onde os recursos são escassos até para necessidades urgentes, vidas são literalmente sacrificadas para que homossexuais possam realizar seus desejos. Como disse o escritor Diogo Costa, cada sonho transexual de mudança de sexo custa o pesadelo de um paciente entre a vida e a morte. Quando o assunto é aborto e cirurgia de troca de sexo, ninguém melhor (ou pior) para entrar em cena do que o Ministro da Saúde José Temporão.
Aborto e contracepção são o primeiro item na lista de objetivos dos controlistas — indivíduos e instituições dedicados a promover a redução da população mundial. Para levar a população mundial a apoiar políticas pró-aborto, os controlistas apelam para a propaganda da explosão populacional e outras estórias de horror. Tudo é válido para se controlar e reduzir a fertilidade humana, até mesmo a promoção do homossexualismo. Do contrário, num país onde o sistema da saúde é um caos, como explicar tantos gastos em cirurgias desnecessárias cujo único objetivo é tentar dar auto-estima a quem pratica o homossexualismo? Pela própria natureza, o homossexualismo é infértil, sendo o sexo “ideal” para alcançar o objetivo da redução da população mundial.
Se aborto, contracepção e homossexualismo têm tudo a ver com controle de população, então evidentemente o Brasil tem um governo de orientação controlista. Um governo controlista usará qualquer meio — por mais benéfico que pareça — para diminuir a fertilidade de sua população.
Vivemos num mundo de ilusórias boas intenções. O diabo se disfarça de anjo de luz e promete o paraíso na terra. Em troca de falsas promessas, ele leva almas à destruição.
Nas campanhas de vacinação em massa na Argentina, Nigéria, Filipinas e outros países, o UNICEF mostrou que sabe aliar as piores intenções com as aparências mais angelicais. No Brasil, temos o compromisso de Temporão de que a campanha de vacinação em massa é apenas para proteger bebês e ajudar as famílias.
Não sei quantas justificativas inocentes e outros coelhos estranhos o UNICEF e Temporão conseguem tirar da cartola. Só sei que é arriscado participar de um espetáculo que pode prejudicar a fertilidade de homens e mulheres que vêem filhos como bênçãos, não como seres descartáveis.
Fonte: http://www.juliosevero.com/
Para mais informações sobre vacinas, siga este link: http://escolaemcasa.blogspot.com/2005/09/informaes-sobre-vacinas-infantis.html
Versão em inglês deste artigo: What is behind the campaign “Brazil Free of Rubella”?
HLI Report on Sterilizing Vaccines
http://educate-yourself.org/vcd/vcdvaccineslacedwithbirthcontrol.shtml
UNICEF's Other Agendas Popular Children's Aid Agency at Odds With Conservative Religious Groups for Embracing Politically Correct U.N. Viewpoints
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html
LifeSiteNews http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08081407.html
sábado, 23 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Montagem da página do site Brasil Escola sobre o Contra Golpe de 1964 e sobre os governos militares.

Golpe Militar

A Ditadura Militar foi o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985 e caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão àqueles que eram opostos ao regime militar. Desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961, o Brasil vivia uma crise política. O vice de Jânio, João Goulart, assumiu a presidência num clima político tenso. Seu governo foi marcado pela abertura às organizações sociais.

Logo após a tomada de poder pelos militares, foi estabelecido o AI-1. Com 11 artigos, o AI-1 dava ao governo militar o poder de alterar a constituição, cassar mandatos legislativos, suspender direitos políticos por 10 anos e demitir, colocar em disponibilidade ou aposentar compulsoriamente qualquer pessoa que tivesse atentado contra a segurança do país, o regime democrático e a probidade da administração pública e determinava eleições indiretas para a presidência da República. Durante o regime militar houve um fortalecimento do poder central, especialmente do poder Executivo, caracterizando um regime de exceção, pois o Executivo se atribuiu a função de legislar, em detrimento dos outros poderes estabelecidos pela Constituição de 1946. O Alto Comando das Forças Armadas passou a controlar a sucessão presidencial, indicando um candidato militar que era referendado pelo Congresso Nacional.
A liberdade de expressão e de organização era quase inexistente. Partidos políticos, sindicatos, agremiações estudantis e outras organizações representativas da sociedade foram extintas ou sofreram intervenções do governo. Os meios de comunicação e as manifestações artísticas foram submetidos à censura. A década de 1960 iniciou também, um período de grandes modificações na economia do Brasil: de modernização da indústria e dos serviços, de concentração de renda, de abertura ao capital estrangeiro e de endividamento externo.
Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola
Castello Branco

A Junta Militar, que assumiu o governo provisoriamente, era composta pelo general Artur da Costa e Silva, o almirante Augusto Rademaker e o brigadeiro Francisco Correia de Melo. A primeira medida tomada pelo grupo militar foi a decretação do Ato Institucional nº 1. (AI – 1). Em seu texto estava prevista a realização de eleições para outubro de 1965. No entanto, essa mesma Junta contrariou seu decreto impondo a indicação de Castello Branco.
Entre outras medidas, o novo governo estabeleceu a nacionalização do setor petrolífero, a proibição da desapropriação de terras, a cassação dos direitos políticos de alguns parlamentares e ex-presidentes, o rompimento das relações com Cuba e a investigação contra os opositores ao governo. Os quadros ministeriais de Castello Branco foram compostos por antigas figuras políticas do UDN e do PSD, e dos pensadores da Escola Superior de Guerra, também conhecido como “grupo da Sorbonne”. Os movimentos estudantis e a União Nacional dos Estudantes (vistos como uma ameaça ao regime militar) foram colocados na ilegalidade. Os centros de ensino superior do país passaram a ser constantemente vistoriados por autoridades do regime militar. Em 1965, o Ministério da Educação e Cultura estabeleceu a reformulação das grades curriculares no ensino médio e superior. Os estudantes não teriam mais direito de participação nas questões administrativas nas faculdades.
A luta contra a desordem que justificava a intervenção militar logo sofreu outras frentes de oposição. No ano de 1966, os partidos contrários à ditadura conseguiram eleger governadores no Rio de Janeiro e Minas Gerais. A potencial oposição política forçou a imposição do Ato Institucional nº 2. De acordo com essa medida, todos os partidos foram postos na ilegalidade, restando apenas duas novas legendas: o MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e o ARENA (Aliança Renovadora Nacional).
A população brasileira logo reagiu contra as arbitrariedades dos militares. Várias passeatas, manifestações e mobilizações estudantis tomavam as ruas exigindo o fim da ditadura. Em resposta, os militares colocavam os seus soldados para responder violentamente aos protestos. Logo em seguida, novos atos institucionais seriam decretados com o objetivo de refrear as vias de oposição institucional e popular. Em janeiro de 1966, o Ato Institucional nº 3 estabelecia a eleição indireta para a escolha dos governadores estaduais. Os prefeitos dos grandes centros urbanos só poderiam chegar ao poder através da nomeação dos governadores. Além disso, o regime militar poderia decretar Estado de Sítio sem a aprovação prévia do Congresso Nacional. Dessa forma, o Poder Executivo Federal ganhava amplos poderes de atuação política.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Costa Silva
A condição de militar mais antigo entre os oficiais que derrubaram João Goulart permitiu ao marechal Costa e Silva assumir o Ministério da Guerra, depois do movimento de 31 de março de 1964, e reivindicar, mais tarde, a presidência da república. Artur da Costa e Silva nasceu em Taquari RS, em 3 de outubro de 1902. Aluno brilhante do Colégio Militar de Porto Alegre, transferiu-se, em 1918, para a Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro.
Aspirante em 1921, foi promovido a segundo-tenente em 1922, quando tomou parte na tentativa de levante do 1o Regimento de Infantaria da Vila Militar, em 5 de julho. Participou das revoluções de 1922 e 1930 e, como capitão, comandou uma companhia durante a revolução de 1932. Foi adido militar na Argentina e chegou ao generalato em 1952.
Posteriormente, Costa e Silva procurou um ponto de equilíbrio. Encomendou ao vice-presidente Pedro Aleixo a elaboração de uma emenda constitucional que permitisse reabrir o Congresso.
Concordou-se que o presidente publicaria o projeto definitivo no dia 30 de agosto, enviando-o ao Congresso, que se reuniria a 8 de setembro. O AI-5 perderia assim sua razão de ser no dia 7 de setembro de 1969, mas, a 26 de agosto, o marechal manifestou os primeiros sintomas de uma trombose cerebral, e no dia 31 os ministros militares - Rademaker, da Marinha; general Aurélio Lira Tavares, do Exército; e brigadeiro Márcio de Sousa e Melo, da Aeronáutica - comunicaram a Pedro Aleixo que não havia condições para lhe entregar o governo. Organizados em junta militar, sob a presidência de Rademaker, os três ministros assumiram o poder, exercendo-o até 31 de outubro, quando o passaram ao general Emílio Garrastazu Médici. O marechal Costa e Silva faleceu no palácio das Laranjeiras, Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1969.
General Médici

No fim de 1969, o alarmante estado de saúde do então presidente Costa e Silva levou os membros do regime militar a declararem a vacância nos cargos de presidente e vice-presidente do Brasil. Entre os membros do oficialato mais cotados para assumir o cargo em aberto, destacava-se o general Albuquerque Lima, uma das mais proeminentes figuras entre os oficiais mais jovens do Exército. No entanto, os grupos mais ligados à chamada “linha dura” acabaram aprovando o nome de Emílio Garrastazu Médici.
No governo Médici, observamos o auge da ação dos instrumentos de repressão e tortura instalados a partir de 1968. Os famosos “porões da ditadura” ganhavam o aval do Estado para promover a tortura e o assassinato no interior de delegacias e presídios. A guerrilha, que usou de violência contra o regime, foi seriamente abalada com o assassinato de Carlos Lamarca e Carlos Marighella. A Guerrilha do Araguaia, findada em 1975, foi uma das poucas atividades de oposição clandestina a resistir.
A repressão aos órgãos de imprensa foi intensa, impossibilitando a denúncia das arbitrariedades que se espalhavam pelo país. Ao mesmo tempo, no governo de Médici observamos o uso massivo dos meios de comunicação para instituir uma visão positiva sobre o Governo Militar. A campanha publicitária oficial espalhava adesivos e cartazes defendendo o ufanismo nacionalista. Palavras de ordem e cooperação como “Brasil, Ame ou deixe-o” integravam o discurso político da época.
A eficiência desta propaganda foi alcançada graças a um conjunto de medidas econômicas instituídas pelo Ministro Delfim Neto. Influenciado por uma perspectiva econômica de natureza produtivista, Delfim Neto incentivou o reaquecimento das atividades econômicas sem o repasse destas riquezas à sociedade. Conforme ele mesmo dizia, era preciso fazer o bolo crescer antes de ser repartido. Em curto prazo, seu plano de ação se traduziu em índices de crescimento superiores a 10% por cento ao ano.
O chamado “milagre econômico” foi marcado pela realização de grandes obras da iniciativa pública. Obras de porte faraônico como a rodovia Transamazônica, a ponte Rio-Niterói e Usina Hidrelétrica de Itaipu passavam a impressão de um país que se modernizava a passos largos. Entretanto, a euforia desenvolvimentista era custeada por meio de enormes quantidades de dinheiro obtidas por meio de empréstimos que alcançaram a cifra dos 10 bilhões de dólares.
A participação do Estado na economia ampliou-se significativamente com a criação de aproximadamente trezentas empresas estatais entre os anos de 1974 e 1979. Diversas agências de ação política organizavam o desenvolvimento dos setores econômico e social. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) e o Plano de Integração Social (PIS) formavam alguns dos “braços” da ação política dos militares.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Ernesto Geisel

O Governo de Ernesto Geisel foi marcado pela necessidade de se administrar o avanço das oposições legais frente os sinais de crise da ditadura. O processo de eleição do novo presidente foi marcado por eleições indiretas onde o MDB lançou os nomes de Ulysses Guimarães e Barbosa Lima Sobrinho enquanto “concorrentes” do candidato do ARENA. Mesmo sabendo que não chegariam ao poder, a chapa do MDB correu em campanha denunciado as falhas do regime militar e a opressão do sistema. Em face aos problemas enfrentados naquela época, o governo Geisel convocou Mario Henrique Simonsen para assumir o Ministério da Fazenda. Anunciado o II Plano Nacional de Desenvolvimento (II-PND), o governo buscava conciliar a retomada do crescimento econômico com a contenção da onda inflacionária. Dando prioridade ao desenvolvimento de bens de capital, o novo governo investiu principalmente nas empresas estatais.
O episódio acabou dando forças para que diversas entidades representativas se unissem em torno de duas grandes reivindicações: a anistia aos presos políticos e a realização de uma nova Constituinte. Entre as entidades que encabeçaram essas lutas se destacavam a Ordem dos Advogados do Brasil, a Associação Brasileira para o Progresso da Ciência, a Associação Brasileira de Imprensa, Comitê Brasileiro pela Anistia, as Comunidades Eclesiais de Base e a União dos Estudantes do Brasil.
Projetando uma ampliação da representação política dos setores de oposição, o Governo Geisel lançou, em 1977, o chamado pacote de abril. Esse pacote promoveu uma desarticulação política sustentada pelas premissas estabelecidas pelo Ato Institucional nº 5 (AI-5). O Congresso Nacional foi fechado, ao mesmo tempo, o sistema judiciário e a legislação foram alterados. As campanhas eleitorais foram restritas, o mandato presidencial passou para seis anos e as leis seriam aprovadas por maioria simples.
Com o isso, a ditadura conseguiu garantir uma maioria de integrantes políticos favoráveis à situação. Reafirmando seu projeto de reabertura política “lenta e gradual”, o general Geisel afastou os radicais do governo para abrir portas à eleição de João Batista Figueiredo. Ao fim de seu mandato, Ernesto Geisel tomou uma última atitude que representou bem o tom conservador de sua abertura política: revogou o AI-5 e, logo em seguida, deu ao próximo presidente o direito de decretar Estado de Sítio a qualquer momento.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Governo Figueiredo

O governo do general Figueiredo foi marcado por uma enorme crise econômica e o processo de reabertura política do país. Uma das principais medidas tomadas por esse novo governo foi abolir o sistema bipartidário e realizar a anistia política dos militares e perseguidos políticos. Inicialmente, o projeto de anistia não iria beneficiar todos envolvidos com crimes políticos, no entanto, o projeto de lei sofreu alterações que perdoava todos os acusados de praticar tortura e devolvia direitos políticos plenos aos exilados.
Na área econômica, o governo Figueiredo sofria com as mazelas econômicas geradas pelo fim do “milagre econômico”. Delfim Neto foi mais uma vez convocado para assumir o cargo de ministro da Fazenda. Para superar as mazelas econômicas herdadas, o novo ministro lançou o “III Plano Nacional de Desenvolvimento”. O pacote econômico acabou não surtindo efeito, pois nesse período a recessão da economia mundial barrava a obtenção de novos empréstimos.
Em meio à crise econômica que assolava o país, diversos grupos políticos se mobilizaram em favor da aprovação da emenda “Dante de Oliveira”. Essa emenda estabelecia a realização de uma nova eleição presidencial direta para o ano de 1985. A emenda acabou não sendo aprovada e um novo plano de transição democrática acabou vigorando. Nas eleições de 1985, o processo eleitoral foi disputado por dois candidatos civis. Tancredo Neves, candidato apoiado pelos grupos democráticos, venceu o pleito.
No entanto, o novo presidente não chegou a assumir o cargo devido às complicações de um câncer no intestino que o levou à morte. Com isso, o vice-presidente, José Sarney, foi o responsável por contornar os problemas econômicos do país e garantir o retorno das liberdades democráticas. A partir de então, iniciou-se um novo período na história política do Brasil conhecido como “Nova República”.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
terça-feira, 12 de agosto de 2008
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Instituto de Ciencias Alejandro Lipschutz, ICAL, y Revista América Libre
Jueves 4
10.30 horas: Acto de firma de Convenio entre Comité 30 Años Allende Vive y Biblioteca Nacional para la creación allí del Fondo Salvador Allende. Interviene Julio Silva Solar a nombre del Comité. Sala Ercilla de la Biblioteca Nacional.
11.00 horas Ofrenda floral del Comité 30 Años - Allende Vive en homenaje a Salvador Allende en el día de su elección. Monumento Salvador Allende, Plaza Constitución.
Viernes 5
Instalación del Centro de Prensa del Seminario Internacional ICAL - Revista América Libre. Sala E. Edificio Diego Portales.
Instalación de un Punto de Información y de inscripción y acreditación de participantes en el Seminario. Espacio 4 EDP.
Funcionarán también puestos de venta de publicaciones todos los días del seminario.
Viernes 5 y Sábado 6
19.00 a 23.00 horas Recitales Estadio Nacional ($3.000 la entrada barata)
Sábado 6
11.00 horas Romería al Cementerio General, Memorial. Intervienen participantes extranjeros en el Seminario.
Domingo 7
10.30 horas Acto Inaugural del Seminario Internacional en Homenaje a Salvador Allende y a todos los combatientes por la libertad, la democracia y el socialismo y en agradecimiento a la Solidaridad Internacional. Sala 1 EDP.
Intervienen: ICAL, Revista América Libre y Comité 30 años Allende Vive. Representantes extranjeros y personalidades chilenas. Entre ellos Silvio Rodriguez, miembro del Consejo de la Revista América Libre.
13.30 horas Almuerzo
17.00 horas Inauguración del Seminario y Homenaje a Salvador Allende y todos los combatientes en 8 poblaciones de Santiago, con chilenos y extranjeros.
1. La Legua, 17.00 horas, Los Copihues 3557
2. La Victoria, 17.00 horas, 30 de Octubre con La Coruña
3. La Bandera: 17.00 horas, 4º Sector, Esperanza c/Luis Durán, JV Nº 13
4. Herminda de la Victoria
5. Luis E. Recabarren, Renca
6. Plaza Pablo Neruda de Huechuraba
7. Estación Central
8. Peñalolén
20.30 horas Actividad cultural de bienvenida en Campamento.
Lunes 8
9.00 a 13.00 horas Debates y Testimonios sobre la Unidad Popular. Salas EDP
9.00 a 11.00 horas Transformaciones de Estructura y Redistribución del Ingreso
Los cristianos en la lucha por el socialismo
11.00 a 13.00 horas Derechos Humanos antes y después del golpe de estado
La educación y la cultura bajo el Gobierno Popular
Mediodía Seminario en la Universidad de Chile, de conjunto con la Federación de estudiantes de Chile, FECH.
* Panel 1: La Unidad Popular, su verdad y su proyección histórica.
* Panel 2: La UP y la Reforma Universitaria.
* Seminario en Valparaíso. Delegación.
16.30 a 18.30 horas * La política imperialista. El ALCA y la militarización del mundo. Del Plan Cóndor al Plan Colombia
* La Verdad sobre la UP y el Golpe de Estado
19.00 a 21.00 horas *La unidad de los pueblos contra la estrategia imperialista, guerrerista, desestabilizadora y golpista de Estados Unidos.
19.00 horas Acto en la Escuela de Derecho de la Universidad de Valparaíso.
Martes 9
9.00 a 13.00 horas Debates y Testimonios sobre la Unidad Popular. Salas EDP
9.00 a 13.00 horas Trabajadores, Campesinos, Juventud, Pueblo Mapuche, Mujeres, Niños, las PYMES: grandes beneficiados (Espacio abierto)
9.00 a 11.00 horas Soberanía sobre los Recursos Naturales. El Cobre
11.00 a 13.00 horas Fuerzas Armadas, Democracia y Soberanía Nacional
La Unidad Popular y la experiencia de Poder Popular. (o en U)
Mediodía * Seminario en la U. ARCIS: El significado de la UP en América Latina
* Seminario en la Universidad de Concepción
* Seminario en la Cárcel de Alta Seguridad.
* Seminario en la Universidad Cardenal Raúl Silva Henriquez.
14.00 horas Panel sobre Experiencias y proyección actual de la Educación Popular
16.30 a 18.30 horas * La integración latinoamericana y el sueño bolivariano.
* Unidad Popular, Impacto y Solidaridad Internacional
19.00 y 21.00 horas * Las alternativas populares en América Latina ayer y hoy. Izquierda e Institucionalidad, Reforma y Revolución, ayer y hoy.
19.00 horas Acto en Concepción
Miércoles 10
9.00 a 13.00 horas Debates y Testimonios sobre la Unidad Popular. Salas EDP
9.00 a 13.00 horas Situación del movimiento sindical antes y después del golpe.
9.00 a 11.00 horas Movimientos GLBTT y Procesos Revolucionarios en América Latina.
Construyendo el nuevo sujeto histórico
Continúa panel sobre Género.
11.00 a 13.00 horas Reforma Agraria y Soberanía Alimentaria
Durante la mañana Participación de una delegación del Seminario en la inauguración del Salón Salvador Allende y Placa recordatoria en La Moneda
Mediodía * Campamento: Lanzamiento libro de James Cockroft.
Gladys Marín. Esther Perez. James Cockroft.
* Panel sobre Medios de comunicación.
Información sobre Salud Mental y Derechos Humanos.
16.00 a 21.00 horas Gran Plenaria. La perspectiva socialista en América Latina.
16.00 a 18.00 horas * Los movimientos sociales y los partidos políticos en la construcción de las alternativas populares.
18.00 a 19.00 horas Testimonios sobre el ejemplo de Allende en América Latina.
19.00 a 21.00 horas * Sujeto histórico, alianzas, programas, estrategias.
21.00 horas Despedida
Jueves 11
11.00 horas Visita a Mausoleo Salvador Allende
17.00 horas Concentración en la Plaza Constitución
Extranjeros confirmados
1. Emir Sader, Presidente Revista América Libre
2. Valter Pomar. Vicepresidente 3° del PT de Brasil
3. Plinio de Arruda Sampaio. Economista. Abogado. Integra la Coordinación de los Movimientos Sociales del Brasil
4. Elemar Cezimbra. Miembro de la dirección del Movimiento Sin Tierra de Brasil. Coordinador del Area de Formación.
5. Atilio Boron, Presidente CLACSO
6. Hebe de Bonafini, Presidenta Asociación Madres de Plaza de Mayo, Argentina
7. Sergio Shocklender, abogado de las Madres de Plaza de Mayo
8. Anibal Quijano, sociólogo Perú
9. James D. Cockroft, Estados Unidos (solicita alojamiento)
10. Raúl Suarez, Pastor y Diputado Asamblea Nacional del Poder Popular de Cuba
11. Jaime Caycedo, Secretario General del PC de Colombia
12. Fernando Martinez Heredia, investigador de Cuba
13. Milton Hernandez, ELN de Colombia
14. Hans Modrow, Presidente Honorario del PDS Alemania
15. Erhard Crome, Fundación Rosa Luxemburgo de Alemania
16. Claudia Korol, Secretaria de Redacción Revista América Libre
17. Edgardo Galbursky, antropólogo de Argentina
18. Jorge Enrique Adoum, Ecuador
19. Julio Gambina, Presidente FISYP
20. Beatriz Rajland, FISYP
21. Narciso Isa Conde, coordinador de la Unión Revolucionaria Caamañista de República Dominicana
22. Joel Suarez, Coord. CMLK. Cuba
23. Esther Perez, Edit.Revista Caminos, Cuba
24. Marla Muñoz, Programa Educación Popular del CMLK, Cuba
25. Lohana Berkins, presidenta de la Asociación de lucha por la Identidad Travesti y Transexual de Argentina
26. Flavio Rapisardi, Area Queer de la Universidad de Buenos Aires. Argentina
27. Dra. Alicia Castellanos, México
28. Dr. Gilberto Lopez y Rivas, México
29. Alberto Anaya, Pdte. PT de México
30. Encargado Internacional PT México
31. Humberto Hernández, Secretario General de OSPAAAL
32. Rubén Paolucci, CEPIS Brasil
33. Frank Gaudichard, Francia
34. Hans Stern, Pdte. DKP Alemania
35. Gunther Paul, Encargado Internacional DKP
36. Germán Leyens, Argentina
37. Miguel Urbano, Portugal
38. Marco Consolo, Rifondazioni Comunista de Italia (6-12)
39. PPT Venezuela
40. Universitarios de Venezuela
41. Miguel D’Escoto, FSLN; Nicaragua
42. Daniel Ortega, Nicaragua
43. Patricio Echegaray, PCA Argentina
44. PC Estados Unidos
45. Marcos Domic. PC Bolivia
46. Instituto Maurice Grabois
47. Delegación del Movimiento Sin Tierra de Brasil
48. Delegación de la Comisión Pastoral de la Tierra de Brasil
49. Coordinación de la carrera de educación popular de la Universidad Popular Madres de Plaza de Mayo
Periodistas extranjeros:
50. Germán Leyens (padre) P. Web Rebelión
51. Red Eco, Argentina
52. Liliana Daunes, Marca de Radio y FM La Tribu. Argentina
53. Eduardo Andrade Bono, Semanario Liberación de Suecia, y Páginas WEB
54. Eduardo Tagliaferro, Página 12, Argentina
55. Stella Calloni, La Jornada de México.
56. Carlos Aznárez. Resumen Latinoamericano. Argentina
57. Omar López, Mate Amargo, Argentina
58. Mirta Israel, Semanario Propuesta, Argentina
Chilenos Invitados o confirmados, entre otros
1. Volodia Teitelboim
2. Tomás Moulián
3. Gladys Marín
Manuel Cabieses
Jacques Chonchol
Julio Stuardo
Alberto Jerez
Julio Silva Solar
Pedro Felipe Ramirez
Armando Uribe
Angela Bachelet
Vicente Sota
Humberto Martones
Edgardo Condezza
Hugo Fazio
Guillermo Teiller
Orlando Caputo
Juan Subercaseaux
José Balmes
Raúl Reyes
Jorge Insunza
Ramon Silva Ulloa
Lautaro Carmona
Hugo Díaz
Luis Corvalán
Francisca Rodríguez
Mario Gonzalez, Presidente Omidechi
Jaime Gajardo
Jorge Gonzalez
Pedro Aravena
Juan Carlos Arriagada
Rodrigo Sepúlveda
Juan Andrés Lagos
Patricio Bunster
Juan Francisco Coloane
Rolando Rebolledo
René Leal
Marta Godoy
Patricio Palma
José Ortiz
Roberto Morales
Fernando Quilodran
Fernando García
Poli Délano
Lorena Pizarro
Tencha de Allende
Fundación Salvador Allende
Julio Lira, Presidente FECH
Andrés Pascal
Pedro Lemebel
Oscar Azócar
Daniel Núñez
Francisco Herreros
Joan Jara
INFORMES E INSCRIPCIÓN
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Tel/Fax:
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RED ECO ALTERNATIVO
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